Opeth - Ghost Reveries me

 

1. Ghost Of Perdition
2. Baying Of The Hounds
3. Beneath The Mire
4. Atonement
5. Reverie/Harlequin Forest
6. Hours Of Wealth
7. Grand Conjuration
8. Isolation Years



ANO
NOTA
2005 10/10
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Opeth

"Ghost Reveries"

Depois do sucessos de: Blackwater Park (2001) e Deliverance /Damnation (2003), os Opeth estão de volta para um belo disco se um estilo que só eles os sabem fazer.Mikael Akerfeldt , vocalista e guitarrista da banda parece estar mais criativo que nunca , com um estilo tipicamente Rock progressivo os instrumentais dos Opeth fazem as delicias de vários tipos de fãs.

Com uma editora nova (Roadrunner Records) os Opeth esperam ter o real valor que merecem pela sua qualidade musical. A banda coloca no mercado o seu oitavo álbum de originais, e desta vez este ultimo se intitula de “Ghost Reveries”
Opeth agora é um quinteto, com a entrada do teclista Per Wiberg (Spiritual Beggars), e acompanhado dos suecos Mikael Akerfeldt (vocal/Guitarra), Peter Lindgren (guitarra), e os e os uruguaios Martin Lopez (bateria) e Martiz Mendez (baixo). Estamos prontos para ouvir mais uma obra-prima do Heavy Metal mundial.

“Ghost Of Perdition” é a musica que abre o disco com um toque simples de piano, muito calmo, de repente muda completamente e ouvimos guitarras rápidas e uma voz bem forte tipicamente Death Metal, mas isto por pouco mais de 30 segundos pois logo se seguida muda novamente e volta ao rock progressivo, e muito bem feito, Ghost Of Perdition” é um excelente tema para abrir um disco.

“The Baying of the Hounds” é um tema que é death Metal melódico, mas com umas guitarras que não o são, um género de mistura mesmo, os Opeth nos habituaram ouvir na sua forma de fazer música. O instrumental sem a voz forte de Mikael quase poderia mesmo dizer que são riffs de rock progressivo e do muito bom.

“ Beneath The Mire” um instrução meia indiana, muito melódica faz ver que esta banda é sem duvida uma das melhores no seu género musical.

Não podemos dizer que um fã de Death metal típico goste deste disco, pois ele é muito mais do que um disco onde há guitarras agressivas e um tipo ao berros, nada disso, podemos encontrar realmente varias influências de vários géneros musicais como o blues, rock, rock progressivo e claro o Heavy no seu estado mais puro.

O resultado final é que este álbum certamente encabeçará minha lista dos melhores lançamentos do ano, depois de ouvi-lo por inteiro, todos os dias, de trás para frente, a conclusão é que esta banda não para de evoluir.

Colaborador: Carlos Castro