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1 LIBRE
2 EQUILIBRIUM
3 THE WRETCHED
4 CURE
5 CIRCUS
6 SHADOWMAN
7 THE GATE
8 ENDOGENESIS
9 BIRD


ANO
NOTA
2005 8/10
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Tristania

"Ashes"

Os Tristania banda norueguesa pouco conhecida nas grandes paradas do Heavy metal, iniciou a sua actividade em 1997 em que depois em 1998 teve o seu primeiro registo oficial da banda, “ Widow´s Weed” , como um som gótico com varias passagens para o death metal, em 1999 lança o disco que os torna mais conhecidos “ Beyond the Veil” , e que lhes dá uma projecção no estilo Gothic Metal. “Morten Veland” é o terceiro da banda onde o mentor da banda te então vocalista e guitarrista resolve sair da banda, somo esta saída a banda fica um pouco desfalecida e lança um disco que foi mais para cumprir calendário pois podemos dizer que é um disco que nem merecia ser editado “World of Glass.

Quatro anos se passaram desde “World of Glass” e os Tristania estão de volta, mais maduros e mais coesos que nunca, poderia dizer que não estava à espera de um registo assim, pois fiquei surpreso como este disco.

Ashes, o mais novo registo dos Tristania é coeso com vocalizações muito boas dentro do estilo, no decorrer do álbum vamos ficando cada vez mais cativados pelo som feito por esta banda norueguesa.

As vocalizações são inovadoras pois podemos ouvir uma voz agressiva quase ao berros e de seguida a voz suave de Vibeke Stanne que aprece por traz a dar aquela ambiente sóbrio e quase melancólico em cima de guitarras a rasgar.

O disco começa sem nos darmos conta com um tema agressivo com um riff Heavy bem lá em cima e uma voz quase nos da cabo dos tímpanos. O tema seguinte “Equilibrium” é totalmente diferente como um início acústico e guitarras melodias nem parece fazer parte do disco depois de termos ouvido o primeiro tema.

O disco não é muito grande tem sete musicas o tema que mais gostei foi Shadowman fantástico guitarras melodias bem ao estilo goth ic , podemos dizer que me faz lembra um pouco até Moonspell, com uma

voz feminina no meio esta parte não tendo nada a ver com a banda portuguesa é claro.

O que temos que realçar neste álbum, é que é um disco que tem que se ouvir com clama que é para podermos reparar em todos os pormenores das músicas, que por vezes são deliciosos

Colaborador: Carlos Castro